• As sete igrejas da Ásia

    O que Jesus tem a dizer aos crentes sinceros, que enfrentam hoje o desafio de viver em uma sociedade hostil, na qual até os cristãos 'desigrejados' tendem a desprezar a vida comunitária da igreja?

  • Pregação Expositiva

    Como resultado, estou convencido de que a igreja evangélica necessita desesperadamente de uma pregação revitalizada. Um grande número de pastores parece estar cansado no trabalho e do trabalho.

  • Livre Arbítrio 'OPS'

    Petrus Lombardus, o Mestre das Sentenças, e os doutores escolásticos preferiam a definição de Agostinho, porque é mais fácil e não exclui a graça de Deus, sem a qual eles reconheciam que a vontade humana não tem nenhum poder.

  • A parábola do filho Pródigo

    A Parábola do Filho Pródigo é encontrada em Lucas 15:11-32. O personagem do pai perdoador, que permanece constante durante toda a história, é uma imagem de Deus.

  • Convicção do pecado

    "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra..."

As Setenta Semanas de Daniel

 

As Setenta Semanas de Daniel



As setenta semanas de Daniel é como ficou conhecida pelos cristãos a profecia registrada em Daniel 9:24-27. A profecia das 70 semanas é um dos temas mais polêmicos e debatidos entre os estudiosos devido a sua grande dificuldade de interpretação. Neste estudo bíblico, conheceremos alguns aspectos importantes da profecia das 70 semanas de Daniel, e as principais interpretações sobre o assunto.


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Mortos enterrem seus mortos

 

...Mortos enterrem seus mortos...



 As palavras de Jesus são profundas em seu significado e aplicação; esse é um dos versículos que mais pode trazer esclarecimentos quanto à realidade do maravilhoso reino que Cristo deseja nos dar.

Quando certo indivíduo se ofereceu para segui-lo com a condição de que antes o Senhor lhe permitisse sepultar seu pai, Jesus respondeu: “Deixe aos mortos sepultar os seus mortos” (Mateus 8:22). Nesse artigo você vai entender por que Jesus falou dessa forma e ver quais lições podemos tirar para nossa vida dessa história bíblica bastante interessante.


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Romanos - Lição 01

 

INTRODUÇÃO GERAL



Pode dizer-se sem faltar à verdade literal, que esta série de Comentários bíblicos começou quase acidentalmente. Uma série de estudos bíblicos que estava usando a Igreja de Escócia (Presbiteriana) esgotou-se, e se necessitava outra para substituí-la, de maneira imediata. Fui solicitado a escrever um volume sobre Atos e, naquele momento, minha intenção não era comentar o resto do Novo Testamento. Mas os volumes foram surgindo, até que o encargo original se converteu na idéia de completar o Comentário de todo o Novo Testamento.


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Série Berkhof - Lição 24

 

D. Atributos de Soberania



A soberania de Deus recebe forte ênfase na Escritura. Ele é apresentado como o Criador, e Sua vontade como a causa de todas as coisas. Em virtude de Sua obra criadora, o céu, aterra e tudo o que eles contêm Lhe pertencem. Ele está revestido de autoridade absoluta sobre as hostes celestiais e sobre os moradores da terra. Ele sustenta todas as coisas com a Sua onipotência, e determina os fins que elas estão destinadas a cumprir. Ele governa como Rei no sentido mais absoluto da palavra, e todas as coisas dependem dele e Lhe são subservientes.


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Série Berkhof - Lição 23

 

C. Atributos Morais.



Os atributos morais de Deus são geralmente considerados como as perfeições divinas mais gloriosas. Não que um atributo de Deus seja em si mesmo mais perfeito e mais glorioso que outro, mas, relativamente ao homem, as perfeições morais de Deus refulgem com um esplendor todo seu. Geralmente são discutidos sob três títulos: (1) a bondade de Deus; (2) a santidade de Deus; e (3) a justiça de Deus.


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Série Berkhof - Lição 22

 

B. Atributos Intelectuais.



Na Escritura Deus é apresentado como Luz e, portanto, como perfeito em Sua vida intelectual. Esta categoria compreende duas perfeições divinas, a saber, o conhecimento e a sabedoria de Deus.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é prudência” (Provérbios 9:10).

A busca pela sabedoria jamais pode ser separada da busca por Deus. Se a nossa filosofia não é controlada por uma teologia firme, enfrenta uma barreira impossível de superar. As verdades fundamentais sobre Deus constituem as bases do conhecimento. A realidade de Deus é a coisa mais importante que se pode saber e também a mais óbvia (Romanos 1:19-20). No abecedário do conhecimento, começamos com Deus. Aqueles que não crêem muitas vezes se vêem como mais avançados no seu conhecimento. 


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Série Berkhof - Lição 21

 

VII. Os Atributos Comunicáveis
(Deus como Espírito Pessoal)
A. A Espiritualidade de Deus.




Se os atributos discutidos no capítulo anterior salientam o absoluto Ser de Deus, os que restam considerar acentuam a Sua natureza pessoal. É nos atributos comunicáveis que Deus se posiciona como Ser moral, consciente, inteligente livre, como Ser pessoal no mais elevado sentido da palavra. A questão se uma existência pessoal combina com as idéias do absoluto se há muito prendeu a atenção dos filósofos, e ainda é objeto de debate. A resposta depende em grande medida do sentido que se atribua à palavra “absoluto”.


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Série Berkhof - Lição 20

 

D. A Unidade de Deus.


Distingue-se entre as unitas singularitatis e a unitas simplicitatis.

 

1. UNITAS SINGULARITATIS.

Este atributo salienta a unidade e a unicidade de Deus, o fato de que Ele é numericamente um e que, como tal, Ele é único. Implica que existe somente um Ser Divino, que, pela natureza do caso, só pode existir apenas um, e que todos os outros seres têm sua existência dele, por meio dele e para Ele. Em várias passagens a Bíblia nos ensina que existe somente um Deus verdadeiro. Salomão pleiteou com Deus que defendesse a causa do Seu povo, “para que todos os povos da terra saibam que o Senhor é Deus, e que não há outro”. 1. Rs 8.60.


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Série Berkhof - Lição 19

 

C. A Infinidade de Deus.



Infinidade é a perfeição de Deus pela qual Ele é isento de toda e qualquer limitação. Ao atribuí-la a Deus, negamos que haja ou que possa haver quaisquer limitações do Ser divino e dos Seus atributos. Isto implica que Ele não é limitado de maneira nenhuma pelo universo, por este mundo caracterizado pela relação tempo-espaço, e que Ele não fica encerrado no universo. Isto não implica Sua identidade com a soma total das coisas existentes, nem exclui a coexistência das coisas finitas e derivadas, comas quais Ele mantém relação.


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Série Berkhof - Lição 18

 

B. A Imutabilidade de Deus



A imutabilidade de Deus é necessariamente concomitante com a Sua asseidade. É a perfeição pela qual não há mudança nele, não somente em Seu Ser, mas também em Suas perfeições, em Seus propósitos e em suas promessas. Em virtude deste atributo, Ele é exaltado acima de tudo quanto há, e é imune de todo acréscimo ou diminuição e de todo desenvolvimento ou decadência em Seu Ser e em Suas perfeições. Seu conhecimento e Seus planos, Seus princípios morais e Suas Volições permanecem sempre os mesmos. Até a razão nos ensina que não é possível nenhuma mudança em Deus, visto que qualquer mudança é para melhor ou para pior. Mas em Deus, a perfeição absoluta,, melhoramento e deterioração são igualmente impossíveis.


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Série Berkhof - Lição 17

 

VI. Os Atributos Incomunicáveis

A. Existência Autônoma de Deus.

 

(Deus como o Ser Absoluto)

 

É muito comum, na teologia, falar de Deus como o Ser absoluto. Ao mesmo tempo, o termo “absoluto” é mais característico da filosofia que da teologia. Na metafísica a expressão “o Absoluto” é um designativo do fundamento último de toda a existência; e, uma vez que o teísta fala também de Deus como o fundamento último de toda existência, às vezes se pensa que o Absoluto da filosofia e o Deus do teísmo são um só e o mesmo Ser. Não necessariamente, porém. De fato, a concepção usual do Absoluto impossibilita igualá-la ao Deus da Bíblia e da teologia cristã. O termo “Absoluto” é derivado do termo latino absolutus, composto de ab (preposição de, indicando procedência) e solvere (soltar) e, assim, significa livre quanto à condição, ou livre de limitação ou restrição.


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Série Berkhof - Lição 16

 

V. Os atributos de Deus em geral



C. Sugestões Feitas Quanto às Divisões dos Atributos.

A questão da classificação dos atributos divinos tem ocupado a atenção dos teólogos por longo tempo. Várias classificações têm sido sugeridas, a maioria das quais distingue duas classes gerais. Estas classes são designadas por diferentes nomes e representam diferentes pontos de vista, mas substancialmente são as mesmas, nas diversas classificações. Destas, as mais importantes são as seguintes:


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Série Berkhof - Lição 15

 

V. Os atributos de Deus em geral



B. Método de Determinação dos Atributos de Deus.

Em sua tentativa de elaborara um sistema de teologia natural, os escolásticos firmaram três modos pelos quais determinar os atributos de Deus, modos que eles denominam via causalitatis, via negationis e eminentiae. Pela via da causalidade subimos dos efeitos que vemos no mundo que nos cerca para a idéia de uma Causa primeira, da contemplação da criação para a idéia de um onipotente Criador, e da observação do governo moral mundo para a idéia de um Governante poderoso e sábio. Pela via da negação retiramos de nossa idéia de Deus todas as imperfeições vistas em Suas criaturas, como incoerentes com a idéia de um Ser Perfeito, e Lhe atribuímos as respectivas perfeições opostas.


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Série Berkhof - Lição 14

 

V. Os atributos de Deus em geral

 


Ah, Senhor Deus, eis que fizeste os céus e a terra com o teu grande poder...” (Jeremias 32.17)

No estudo da teologia aprendemos que atributos de Deus são as qualidades ou características atribuídas a ele, a partir do ensino da Escritura Sagrada. Esses atributos são divididos em duas categorias principais: atributos comunicáveis e atributos incomunicáveis.

Os atributos incomunicáveis são aqueles que afirmam a grandeza e a majestade absolutas de Deus. E pertencem somente a Deus, não tendo sido compartilhados com a humanidade. São atributos que se referem às características intrínsecas e inerentes à natureza de Deus. Alguns exemplos são onipotência, onisciência, onipresença, imutabilidade e eternidade.


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Série Berkhof - Lição 13

 

IV. Os nomes de Deus


 

C. Os Nomes do Novo testamento e Seu Significado.

1. THEOS. O Novo testamento tem equivalentes gregos dos nomes do Velho Testamento. Para „El „Elohim, e „Elyon temos nele Theos, que é dos nomes aplicados a Deus o mais comum. Como „Elohim, pode, por acomodação, ser empregado com referência a deuses pagãos, embora estritamente falando expresse divindade essencial. „Elyon é traduzido por Hypsistos Theos, Mc 5.7; Lc 1.32, 35, 75; At 7.48; 16.17; Hb 7.1.


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Série Berkhof - Lição 12

 

IV. Os nomes de Deus

 


B. Os Nomes do Velho Testamento e Seu Significado

1. „EL, „ELOHIM, „ELYON. O nome mais simples pelo qual Deus é designado no Velho Testamento é o nome „El, possivelmente derivado de „ul, quer no sentido de ser primeiro, ser senhor, quer no de ser forte e poderoso. O nome „Elohim (sing. „Eloah) deriva provavelmente da mesma raiz ou de „alahh, estar ferido pelo temor; portanto, mostra Deus como o Ser forte e poderoso, ou como objeto de temor. O nome raramente ocorre no singular, exceto na poesia. O plural deve ser considerado como intensivo e, portanto, serve para indicar plenitude de poder.


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Série Berkhof - Lição 11


IV. Os nomes de Deus



A. Os Nomes de Deus em Geral.

Conquanto a Bíblia registre vários nomes de Deus, fala também do Nome de Deus no singular como, por exemplo, nas seguintes declarações: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” Êx. 20.7; “Quão magnífico em toda terra é o teu nome!” Sl 8.1: “Como o teu nome, ó Deus, assim o teu louvor se estende até os confins da terra” Sl 48.10; “Grande o seu nome em Israel” Sl 76.1; “Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro” Pv 18.10. Nesses casos “o nome” vale por toda manifestação de Deus em Sua relação com o Seu povo, ou simplesmente pela pessoa, de modo que se constitui sinônimo de Deus. Deve-se este uso ao fato de que, segundo o pensamento oriental, jamais um nome era considerado como simples vocábulo, mas sim, como expressão da natureza da coisa por ele designada.


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Série Berkhof - Lição 10

 

O Ser de Deus Revelado em Seus Atributos


Da simplicidade de Deus segue-se que Deus e Seus atributos são um. Não devemos considerar os atributos como outras tantas partes que entram na composição de Deus, pois, ao contrário dos homens, Deus não é composto de diversas partes. Tampouco devemos considerá-los como alguma coisa acrescentada ao Ser de Deus, embora o nome, derivado de ad e tribuere, pareça apontar nessa direção, pois nenhum acréscimo jamais foi feito ao Ser de Deus, que eternamente perfeito.


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Série Berkhof - Lição 9

 

A Possibilidade de Conhecer o Ser de Deus

 


Do que acima foi dito já transparece que a questão quanto à possibilidade de conhecer a Deus em Seu Ser essencial ocupou as melhores mentes da igreja, desde os primeiros séculos. E o consenso da opinião da igreja primitiva, durante a Idade Média, e no tempo da Reforma, foi que Deus, em Seu Ser mais recôndito, é O Incompreensível. E, em alguns casos, a linguagem empregada é tão forte que aparentemente não admite nenhum conhecimento do Ser de Deus. Ao mesmo tempo em que a empregam, ao menos em alguns casos, parecem Ter considerável conhecimento do Ser de Deus. Mal-entendidos podem facilmente surgir se não compreender a precisa questão que está sendo considerada, e se deixar de discriminar entre “saber” e “compreender”. 


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Série Berkhof - Lição 8

 

III. Relação do Ser e dos Atributos de Deus

O Ser de Deus


Alguns dogmáticos dedicam um ou mais capítulos separados ao Ser de Deus, antes de empreender a discussão dos Seus atributos. Isto é feito, por exemplo, nas obras de Mastricht, Ebrard, Kuyper, e Shedd. Outros preferem considerar o Ser de Deus em conexão com os Seus atributos, em vista do fato de que é nestes que Ele se revelou. Este é o método mais comum, seguido na Synopsis purioris Theologiae, e nas obras de Turretino, a Marck, Brakel, Bavinck, Hodge, e Honig. Esta diferença de tratamento não indica nenhum desacordo fundamental sério entre eles. Eles todos concordam em que os atributos não são meros nomes sem nenhuma realidade que lhes corresponda, nem partes separadas de um Deus composto, mas sim, qualidades essenciais nas quais o Ser de Deus é revelado e com as quais pode ser identificado. Ao que parece, a única diferença é que alguns procuram distinguir entre o Ser e os atributos de Deus mais do que outros.


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Hernandes D. Lopes - Jó

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