• As sete igrejas da Ásia

    O que Jesus tem a dizer aos crentes sinceros, que enfrentam hoje o desafio de viver em uma sociedade hostil, na qual até os cristãos 'desigrejados' tendem a desprezar a vida comunitária da igreja?

  • Pregação Expositiva

    Como resultado, estou convencido de que a igreja evangélica necessita desesperadamente de uma pregação revitalizada. Um grande número de pastores parece estar cansado no trabalho e do trabalho.

  • Livre Arbítrio 'OPS'

    Petrus Lombardus, o Mestre das Sentenças, e os doutores escolásticos preferiam a definição de Agostinho, porque é mais fácil e não exclui a graça de Deus, sem a qual eles reconheciam que a vontade humana não tem nenhum poder.

  • A parábola do filho Pródigo

    A Parábola do Filho Pródigo é encontrada em Lucas 15:11-32. O personagem do pai perdoador, que permanece constante durante toda a história, é uma imagem de Deus.

  • Convicção do pecado

    "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra..."

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Jesus e Bartimeu

 

Jesus e Bartimeu

 


O contexto da cura do cego de Jericó

Os três relatos bíblicos sobre a cura do cego de Jericó são muito úteis para entendermos o contexto em que aconteceu esse milagre. Os três relatos naturalmente possuem algumas diferenças entre si. Mas não há qualquer contradição entre eles.

Na verdade, as três narrativas bíblicas se complementam.

Tudo aconteceu quando Jesus Cristo estava seguindo viagem rumo a Jerusalém acompanhado de seu pequeno grupo de seguidores. Ele havia partido da Pereia, através do Jordão, e Jericó estava em sua rota. Essa cidade havia sido fortificada e estruturada pelo rei Herodes e seu filho Arquelau. Além disso, em Jericó também funcionava um tipo de centro administrativo romano e era um lar luxuoso para os cobradores de impostos que trabalhavam para o Império.


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Seguir a Cristo é carregar a cruz

 

Seguir a Cristo é carregar a cruz

O Evangelho de Mateus brota da história de uma comunidade que sofre perseguição por causa do anúncio da boa-nova de Jesus Cristo. As primeiras comunidades cristãs estavam inseridas num contexto hostil ao anúncio do reino de Deus. Havia perseguição, tortura e morte. Por isso, a comunidade de Mateus também é marcada pela parusia, pela espera paciente e ativa na volta de Jesus Cristo (Mt 24-25).


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Jesus e Nicodemos

 O Encontro de Jesus Com Nicodemos

Era noite em Jerusalém, a luz da lua refletia nas pedras que revestiam as ruas da cidade. Soprava um vento frio e havia poucas pessoas pelos becos. Nicodemos, príncipe dos judeus, sabia que próximo a sua casa Jesus estava reunido com os discípulos. Ele especulara durante todo o dia, planejando um encontro com Aquele que lhe causava espanto: Quem era Jesus afinal?

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Eis o Cordeiro

Eis o Cordeiro de Deus

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” - Jo 1:29

Apesar de todos os crentes reconhecerem a centralidade da cruz para a sua fé, poucos tem dedicado algum esforço em compreender a natureza e os benefícios da expiação para suas vidas. Muitos cantam “Sim, eu amo a mensagem da cruz!”, sem se dar conta do conteúdo dessa mensagem. O versículo acima nos ajudará a compreender melhor a finalidade e os resultados da morte de Cristo. Ela também pode lançar luz a respeito de para benefício de quem ela foi designada na eternidade e realizada na história.

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A Parábola do Filho Pródigo


A Parábola do Filho Pródigo


 Não há parábola ou discurso de nosso Senhor que seja tão conhecido e tão popular como a parábola do filho pródigo. Nenhuma outra parábola é citada com mais freqüência em discussões religiosas, ou mais usada para apoiar várias teorias ou controvérsias em relação a este assunto. E é verdadeiramente espantoso e admirável quando observamos as inumeráveis formas em que ela é usada, e a infinita variedade de conclusões a que afirmam que ela leva. Todas as escolas de pensamentos parecem ter uma reivindicação sobre a mesma: ela é usada para provar toda espécie de teorias e idéias opostas, que combatem umas às outras e que se excluem mutuamente.


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Análise Médica da Morte de Jesus Cristo

 Análise Médica da Morte Física de Jesus Cristo

Jesus de Nazaré foi julgado por judeus e romanos, flagelado e condenado à morte por crucificação. Os castigos infligidos produziram lacerações profundas e uma apreciável perda de sangue, criando provavelmente condições para o choque hipovolémico, o que se torna ainda mais evidente devido ao facto de Jesus se encontrar demasiado enfraquecido para transportar a cruz (patíbulo) até ao Gólgota. No local da crucificação, os seus pulsos foram pregados ao patíbulo e, após a elevação deste na vertical, os pés foram igualmente pregados. O principal efeito patofisiológico da crucificação foi a interferência com a função respiratória normal. Assim, a morte resultou, em primeiro lugar, do choque hipovolémico e da asfixia por exaustão. Por sua vez, a morte de Jesus foi assegurada através de um golpe de lança desferido por um soldado.

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Jesus e o Getsêmani

 Jesus no Jardim do Getsêmani


Para termos um entendimento melhor da morte voluntária de Jesus e do silêncio de Seu Pai em resposta à Sua oração, devemos primeiro olhar mais de perto aquela fatídica noite no Jardim Getsêmani: “Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mateus 26.36-39).
 

A Grande Ceia

 Parábola da Grande Ceia (Lc 14:15-24)


Esta outra parábola, ministrada na ocasião da refeição na casa do fariseu, é chamada grande porque havia muitos convidados e também por causa da grandeza daquele que foi simbolizado pelo senhor que dava a ceia. A parábola em si mesma foi gerada a partir da exclamação de um dos convidados que ouvira as ilustrações anteriores de Cristo: "Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus". Os comentaristas estão divididos quanto ao que essa exclamação realmente quis dizer, e ao espírito em que foi proferida. Alguns acham que foi uma genuína exclamação de admiração.
 

A Semente Germinando

 A Parábola da Semente Germinando Secretamente

A Parábola da Semente Germinando Secretamente é uma parábola de Jesus registrada apenas no Evangelho de Marcos (Marcos 4:26-29). Apesar de ser uma parábola pequena, ela possui um significado muito profundo. “...Dizia também: O Reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce, sem ele o perceber. Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último, o grão abundante na espiga. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita..”. (Marcos 4:26-29)

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O Pai Que Clamou A Jesus

O Pai Que Clamou A Jesus

Esta lição trata da cura de um “jovem lunático” sendo este acontecimento relatado nos três evangelhos sinóticos. No evangelho de Mateus o fato é relatado no capítulo 17.14-21. No evangelho de Marcos o fato é relatado em Mc 9.14-29 e no evangelho de Lucas o fato é relatado em Lc 9.14-29. Nos três evangelhos os fatos descritos seguem a mesma ordem cronológica. Jesus havia partido juntamente com os discípulos para as partes de Cesaréia de Filipe, quando então ocorreu a confissão de Pedro quanto a identidade de Jesus (ver Mt 16.13-20; Mc 8.27-33; Lc 9.18-21)

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O Camelo e a agulha



“Passar Um Camelo Pelo Fundo de Uma Agulha”?

 


O que Jesus queria dizer com a expressão “passar um camelo pelo fundo de uma agulha” (Marcos 10.17-31)?

“As palavras ‘passar um camelo pelo fundo de uma agulha’ são uma expressão proverbial semelhante a várias outras usadas no mundo antigo para descrever uma impossibilidade”. Em Mateus 19:16-30 (ver também Marcos 10:17-31; Lucas 18:18-30) aparecem o relato do jovem rico, que não conseguiu se desvencilhar de suas posses materiais, e as declarações de Cristo sobre o perigo das riquezas.


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A Parábola das Dez Virgens

 A Parábola das Dez Virgens

No antigo Israel a aliança de casamento (B'rith) fazia parte do direito civil e não havia documentos legais elaborados para definir os direitos do marido e da esposa. A cerimônia de casamento (chupá) consistia em trazer a noiva para a casa do noivo, em procissão, com lâmpadas acessas durante à tarde ou noite. Havia grande regozijo e celebração nas ruas, e também quando as procissões chegavam na casa do noivo. Uma vez que entravam na casa do noivo, as portas eram fechadas e a cerimônia começava. O noivo espalhava a ponta do manto superior sobre a noiva, em seguida, iriam proceder à câmara de casamento, depois acontecia a festa de encerramento.

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A Parábola da Rede

A Parábola da Rede

“...O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos, e os ruins deitam fora. Assim será na consumação do século: Sairã os anjos e separarão os mau dentre os juntos, e os lançarão na fornalha acessa; ali haverá pranto e ranger de dentes...”. (Mateus 13:47-50)

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Parábola do Tesouro Escondido

 O tesouro escondido e a pérola de grande valor

O apóstolo Paulo é um exemplo de judeu que abriu mão de tudo o que possuía para adquirir a Cristo: o tesouro escondido, a pérola de grande valor! O apóstolo Paulo buscava um tesouro nos céus e, para isso, abriu mão de tudo o que possuía: “Vendei o que tendes e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão e a traça não corrói” (Lc 12:33).

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Parábola do Trigo e o Joio

 A Parábola do Joio

Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. 

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A tentação de Jesus

A tentação de Jesus

Este trabalho pretende ser uma interpretação bíblica sobre Mateus 4:1-11, tentarei quebrar alguns dogmas e misticismo  que cercam este texto. Para isso tentarei mostrar um Jesus mais humano e não aquele super-homem que sai voando do deserto para o pináculo do templo, juntamente com satanás. Para tais propósitos irei utilizar ferramentas exegéticas, elas nos ajudam a conhecer o texto na sua forma e conteúdo. Abordarei os seguintes itens: tradução do texto, data, lugar, autoria, gênero literário e forma, finalmente assunto de interpretação. Além do mais fornecerei uma conclusão que possa ter relevância em nossa atualidade.

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Sal da terra e luz do mundo

Mateus - Sal da terra e luz do mundo

Invariavelmente, os comentários acerca dessa passagem bíblica, procuram mensurar o valor do sal, quer seja à época de Jesus, como um produto de valor considerável, quer nos dias de hoje, que o sal, pela oferta do produto do mercado, parece ter um valor irrisório. No decurso da análise, os comentaristas, geralmente, enfatizam que o sal e a luz referem-se ao caráter, à moral dos discípulos de Jesus ou, que os seguidores de Jesus têm de praticar boas ações, fazer ações caridosas, ajudar as pessoas carentes, influenciar a sociedade, etc.

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Hernandes D. Lopes - Jó

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