• As sete igrejas da Ásia

    O que Jesus tem a dizer aos crentes sinceros, que enfrentam hoje o desafio de viver em uma sociedade hostil, na qual até os cristãos 'desigrejados' tendem a desprezar a vida comunitária da igreja?

  • Pregação Expositiva

    Como resultado, estou convencido de que a igreja evangélica necessita desesperadamente de uma pregação revitalizada. Um grande número de pastores parece estar cansado no trabalho e do trabalho.

  • Livre Arbítrio 'OPS'

    Petrus Lombardus, o Mestre das Sentenças, e os doutores escolásticos preferiam a definição de Agostinho, porque é mais fácil e não exclui a graça de Deus, sem a qual eles reconheciam que a vontade humana não tem nenhum poder.

  • A parábola do filho Pródigo

    A Parábola do Filho Pródigo é encontrada em Lucas 15:11-32. O personagem do pai perdoador, que permanece constante durante toda a história, é uma imagem de Deus.

  • Convicção do pecado

    "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra..."

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Santo Irineu

Irineu, Bispo e Mártir


Nasceu por volta do ano 130 e foi educado em Esmirna. Foi discípulo de São Policarpo, bispo desta cidade. No ano de 177, era presbítero em Lião (França) e, pouco depois, foi nomeado bispo da mesma cidade. Escreveu diversas obras para defender a fé católica contra os erros dos gnósticos. Segundo a tradição, recebeu a coroa do martírio cerca do ano 200.

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Ebionitas Primitivos

Ebionitas Primitivos

 

Por meio das sobreviventes fontes do cristianismo primitivo temos conhecimento de um grupo de “cristãos” que eram denominados Ebionitas. A origem do nome não é certa, pois duas teorias são conhecidas:

(1) o grupo teria esse nome por causa do seu fundador Ebion;

(2) em função da característica de pobreza do grupo, herdando do hebraico a palavra “ebyon” como descrição da identidade do grupo.

A primeira teoria teria nascido com Tertuliano, que supunha que “que toda heresia começa com um herege que pode ser nomeado” (ERHMAN, Bart, Evangelhos Perdidos. pp.152). No décimo quarto capítulo do documento chamado On The Flesh of Christ, Tertuliano fala sobre a possibilidade de inferioridade de Cristo, por ter sido ele feito inferior aos anjos no texto de Hebreus. Nesse contexto, enquanto ainda considera as possibilidades, Tertuliano diz: “Essa opinião seria bem confortável para Ebion, que defende que Jesus é um mero homem, e nada mais que um descendente de Davi” (On The Flesh of Christ, cap.14; cf. cap.18 e 24 – Tertuliano também faz descrições sobre Ebion no terceiro capítulo da sua obra Aginst all Heresies).

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Antíoco Epifânio, Figura do Anticristo

Antíoco Epifânio, Figura do Anticristo

Antíoco Epifânio é também um tipo do anticristo escatológico, em razão de suas práticas terríveis contra o povo de Deus e a desolação que realizou com os utensílios consagrados ao templo e ainda profanou o altar onde eram oferecido os sacrifícios sagrados, porém, foi morto não por mãos de homens, morreu de desordens nervosas por não ter conseguido roubar um certo templo, segundo (1 Macabeus 6.10-64). Tais práticas serão realizadas pelo anticristo escatológico e seu fim será não por esforços humanos (2 Ts 2.3-4,8) da mesma forma que aconteceu com Antíoco (2 Macabeus 9.4-8).

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Perseguição aos Cristãos Primitivo (33-325) (Parte 2)

Perseguição aos Cristãos Primitivo (33-325)

(Parte 2)



 Ao contrário da maioria das religiões do Império Romano, o cristianismo exigia renunciar a todos os outros deuses. A recusa dos cristãos para se juntar celebrações pagãs significava que não poderia participar mais da vida pública, o motivou os não-cristãos, incluindo as autoridades de governo a acusa-los de estarem irritando os deuses e ameaçando a prosperidade do império. Uma série de perseguições organizadas contra cristãos surgiu no final do século terceiro, somadas a acusações de que cristãos estariam ofendendo os Deuses e sendo a causa de maldições que acarretaram em Doenças, ataques militares contra o Império, crises políticas e econômicas, etc.

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Perseguição aos Cristãos Primitivo (33-325) (Parte 1)

Perseguição aos Cristãos Primitivo (33-325)

(Parte 1)


“Durante oitenta e seis anos o tenho servido, e nunca me fez mal algum. Como blasfemaria eu contra o meu Rei, que me tem salvado?” – Policarpo de Esmirna.


Durante sua história, o cristianismo passou de uma obscura seita judaica do século I para uma religião existente em todo o mundo conhecido na Antiguidade.

Na Judeia, uma das províncias romanas no Oriente, facções políticas locais se digladiavam em fins do século I a.C. De um lado, a aristocracia e os sacerdotes judeus aceitavam a dominação romana, pois os primeiros obtinham vantagens comerciais e os segundos mantinham o monopólio da religião. Entre as várias seitas judaicas que coexistiam na região, estavam a dos fariseus, voltados para a vida religiosa e o estudo da Torá, e a dos essênios, que pregavam a vinda do Messias, um rei poderoso que lideraria os judeus rumo à independência.


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Paulo e a Escola de Tirano

 Paulo e a Escola de Tirano

O primeiro Seminário Teológico


A justificativa bíblica para a educação em seminário pode ser extraída de uma série de passagens: de Mateus 28.19 (enfatiza o ensinamento dos discípulos), 2 Timóteo 2.2 (enfatiza o treinamento de líderes) a Tito 1.9 (enfatiza os presbíteros sendo equipados para se articularem e defenderem a fé).

Mas há uma breve passagem em Atos a qual, eu acredito, provê um precedente bíblico para a educação em seminário de uma maneira particularmente perspicaz. Esses versos que, de primeira, podem não parecer muito significantes, mostram o apóstolo Paulo começando uma escola de treinamento teológico na cidade de Éfeso. Um comentarista explica: “Em Éfeso, Paulo abriu uma escola de teologia para treinar futuros líderes para o desenvolvimento da igreja na província da Ásia” (Simon J. Kistemaker).


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Escolástica Patrística

Escolástica Patrística

Escolástica ou escolasticismo e a patristica (do termo latino scholasticus, e este por sua vez do grego σχολαστικός [que pertence à escola, instruído]) foi o método de pensamento crítico dominante no ensino nas universidades medievais europeias de cerca dos séculos IX ao XVI. Mais um método de aprendizagem do que uma filosofia ou teologia, a escolástica nasceu nas escolas monásticas cristãs, de modo a conciliar a fé cristã com um sistema de pensamento racional, especialmente o da filosofia grega. Colocava uma forte ênfase na dialética para ampliar o conhecimento por inferência e resolver contradições. A obra-prima de Tomás de Aquino, Summa Theologica, é, frequentemente, vista como exemplo maior da escolástica.

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Os Pais Capadócios

Os Pais Capadócios

Esses importantes pensadores cristãos gregos dominaram o cenário teológico na segunda metade do século IV e trabalharam juntos para tornar vitoriosa a fé nicena. Eram amigos de Atanásio e desenvolveram o seu pensamento teológico, criando as fórmulas que tornaram possível o consenso da maior parte dos teólogos orientais em torno da questão trinitária. Os capadócios tomaram para si a tarefa de definir mais claramente a unidade e a diversidade existentes no Ser Divino, inclusive a terminologia adequada para isto, ou seja, de que em Deus há três hipóstases (subsistências individuais ou pessoas) e apenas uma “ousia” ou essência divina. Todos os três viveram na Capadócia, a região oriental da Ásia Menor, parte da moderna Turquia.

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O “Bezerro de Ouro” Dentro das Igreja

 O “Bezerro de Ouro” 

Dentro da Igreja Evangélica Brasileira

Em 31 de Outubro de 1517 eclodiu em toda Europa, partindo da Alemanha, a Reforma Protestante. O monge católico da ordem agostiniana, Martinho Lutero, catedrático de teologia na Universidade de Wittenberg, afixou suas noventa e cinco teses convocando a Igreja de Roma para debate. O impacto das teses de Lutero foi revolucionário. Em poucos meses as teses se espalharam por toda Europa através do invento da prensa de tipos móveis de Gutenberg. Deste momento em diante a Igreja Ocidental jamais seria a mesma. O estudioso da história da igreja Roger Olson, comentando em seu livro História da Teologia Cristã, destaca a Reforma Protestante como o terceiro grande Cisma dentro da vasta história da cristandade, depois da divisão em 1054, entre Ocidente e Oriente, e a luta medieval entre os três papas no período de 1378 a 1417 (pg.380).

 

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Qual a Origem do Termo Reformado?

Qual a Origem do Termo Reformado?

É comemorada o dia da Reforma Protestante. E vem uma enxurrada de postagens sobre a importância da data. No entanto, muitas versavam sobre a questão de ser "reformado". Alguns diziam que é implicância e estupidez quando afirmam que o termo deve ser aplicado a um grupo específico, não a todos. Subjaz a este entendimento que todos os adeptos do movimento iniciado por Lutero são "reformados", afinal de contas, todos comemoram o dia da Reforma e creem em certas doutrinas. Pois bem, transcrevo abaixo alguns testemunhos de historiadores sobre a questão do termo. Esclareço, de início, que, de modo algum, tenho a intenção de desmerecer quem quer que seja, ou de insinuar que A é melhor que B, ou que há alguns grupos não têm direito de comemorar a Reforma, ou ainda, que apenas presbiterianos são reformados. 

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Hernandes D. Lopes - Jó

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